Os templos de Kyoto

A capital cultural do Japão possui centenas de templos e santuários, cada um com sua história e particularidades. Não dá para conhecer tudo, mas é possível fazer uma seleção dos principais.

Antes de mais nada, é bom saber que o Japão tem 2 religiões predominantes: o budismo e o xintoísmo. O primeiro tem templos e elementos como o Buda e os pagodes (torres com telhados em múltiplas beiradas) e o segundo é caracterizado pelos tooris, os portais japoneses, em seus santuários.

Com certeza, o templo mais conhecido da cidade (se não do país) é o Kinkaku-ji, o Pavilhão Dourado. Um dos ícones mais fotografados do Japão, possui seus 2 andares superiores cobertos com folhas de ouro e foi reconstruído após ser destruído por alguns incêndios.

Do lado xintoísta, quem se destaca é o Fushimi Inari Taisha, formado por milhares de tooris vermelhos enfileirados em trilhas que passam por uma floresta, dedicados à Inari, o deus do arroz. Os tooris são doações e os nomes das pessoas ou de empresas estão escritos em cada um.

O Kyomizudera é um dos templos mais antigos da cidade, ultrapassando os 1.200 anos. Seu nome significa templo da água pura, o que se explica por ter sido erguido às margens de uma cachoeira. A construção é famosa por ser feita sem o uso de pregos e se sustentar apenas no encaixe de uma viga de madeira à outra.

Como Chegar:
Kyoto e Tokyo estão conectadas pela linha JR Tokaido Shinkansen. O JR Pass é válido nos trens Hikari (2h40 de viagem) e no Kodama (4h de viagem). A moderna estação de trens de Kyoto impressiona e contrasta com a imagem de Japão tradicional que a cidade tem.

(Imagem: Kinkaku-ji | Crédito: Christian Junker | Photography via Visual hunt / CC BY-NC-ND)

Kyomizudera

(Imagem: Kyomizudera | Crédito: Meriska via VisualHunt.com / CC BY-NC-SA)

Fushimi-Inari

(Imagem: Fushimi Inari | Crédito: Themonnie via Visual Hunt / CC BY-SA)

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